Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 23/03/2020
Com a primeira Revolução Industrial, o avanço da população às cidades em busca de emprego nas indústrias foi eminente, porém as metrópolis não obtinham estruturas básicas, como saneamento básico, para garantir a qualidade de vida dos habitantes, o que gerou doenças epidêmicas capazes de dizimar grande parte da massa, como a peste bubônica, varíola e AIDS. Junto a isso, é indubitável que tais fatos causem histeria à população, o que gera diversos obstáculos na sociedade, como a aflição e indisciplina dos habitantes.
No filme Contágio (2011), retrata-se uma doença epidêmica com fácil proliferação e agilidade em ceifar vítimas em pouco tempo, o que gera o pânico das nações e a busca deliberada pela cura. Logo, epidemia é quando uma doença é facilmente propagada entre grande parte dos indivíduos em uma determinada região.
Bem como, as epidemias são responsáveis por diversas problemáticas sociais, tal como o desespero da massa pela ágil contaminação, que pode ser ocasionada por péssimas condições no saneamento básico, poluição, hábitos alimentares e higiênicos ruins, entre outros. E, também, a ignorância do cidadão, que posterga as medidas profiláticas impostas pelos orgãos públicos de saúde, o que o torna mais propício à contaminação.
Por conseguinte, é exacerbadamente importante que os indivíduos sigam as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), que lançam medidas protetivas aos cidadãos, a fim de minimizar a proliferação. Assim como, a divulgação de informativos preventivos e profiláticos através de redes sociais, fornecidos pelo Ministério da Saúde com a finalidade de auxiliar as comunidades a se prevenirem de qualquer doença, como o tutorial de como lavar as mãos e higienizar seus lares, para assim, garantir a tranquilidade, evitar pânico e preservar a qualidade da saúde dos habitantes.