Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 25/03/2020
Epidemias são acontecimentos recorrentes na história do mundo. Em 1920, a Gripe Espanhola matou 50 milhões de pessoas, e, atualmente, o Corona Vírus tem deixado o mundo perplexo. Esses surtos sempre causam uma enorme histeria nas pessoas, podendo assim fazer com que a situação só piore, criando o efeito “bola de neve”.
Consequentemente, algo que poderia ser facilmente resolvido com calma e rapidez, acaba tomando proporções gigantescas pelo fato do pânico ter dominado a mente humana. Isso não algo que acontece de propósito, é um instinto. As pessoas tendem a se desesperar em situações que fogem do seu controle ou que são novidade.
Por esse motivo hospitais lotam, supermercados tem seus estoques esvaziados sem a menor necessidade, remédios esgotam como se fossem chicletes e pessoas morrem por causa do egoísmo aleio. O pânico precisa ser, em todas as ocasiões, controlado. Assim, os problemas são controlados com um número mínimo de vítimas e tudo volta ao normal mais rápido.
Portanto, faz se necessário medidas para o controle do pânico e também uma infraestrutura boa para que o combate a epidemias seja rápido e eficaz. O Governo, por meio do Ministério da Saúde, pode criar programas de conscientização a população em casos de epidemia, como por exemplo as simulações de ataque terrorista que alguns países da Europa realizam. Ademais, em caso de epidemia de um novo vírus, combater a disseminação desse vírus é essencial. Fechar as fronteiras do país de origem até que tudo se acalme é uma boa iniciativa.