Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 23/03/2020

Desde a criação da internet em 1968, o mundo vêm ficando cada vez mais conectado e globalizado. Acontecimentos que antes passavam despercebidos , hoje são amplamente conhecidos e afetam a vida de todos. Um bom exemplo disso é o COVID-19, que vem se espalhando e causando pânico em diversos países ao redor do globo. Embora perigoso, o medo das pessoas em relação ao vírus vêm se mostrando extremamente exagerado. Trazendo diversas consequências à vida dos indivíduos, sendo a mídia o responsável por alimentar esta histeria.

Em primeiro lugar, deve-se considerar as consequências do sensacionalismo midiático em relação a epidemias. Uma delas é o grande impacto econômico que o medo pode trazer. Investidores desesperados acabam não tomando as melhores decisões, prejudicando o resultado das empresas e levando muitas delas a falência. Além disso, um perigo superestimado pode causar problemas sérios na saúde mental da população, causando ansiedade, insônia e até mesmo depressão.

Outrem, a mídia pode tanto ajudar, quanto atrapalhar os danos causados por este tipo de tragédia. Os veículos de comunicação podem ser usados para passar informações e recomendações às pessoas, diminuindo a proliferação da doença. Todavia, também podem usar o exagero como forma de aumentar as visualizações. Com isso, acabam muitas vezes piorando o problema.

Portanto, fica evidente os problemas causados pela histeria de epidemias, sendo necessário medidas para mitigar ou evitar a problemática. Desse modo, o Ministério da Saúde deve, utilizando a televisão aberta e profissionais da área, informar a população sobre os mitos e verdades da doença em questão. Além disso, cabe aos meios de comunicação responsáveis, o papel de desmentir informações falsas e apresentar fatos que realmente ajudem os telespectadores. Por meio disso, as epidemias causarão menos estragos, melhorando a vida de todos.