Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 24/03/2020

Epidemias são comuns no mundo todo. No Brasil, por exemplo, ocorreu com a dengue, atingindo, em média, um milhão e quinhentas pessoas. Tal alastramento ocorreu por causa do precário tratamento de saneamento básico dado pelo governo e a falta de cuidado dos habitantes com o lixo domiciliar. Consequentemente, criou-se o habitat ideal para o desenvolvimento do inseto procriador da doença.

Apesar de ser um direito do cidadão, de acordo com o G1, apenas cinquenta porcento dos brasileiros possuem acesso ao saneamento básico, e setenta porcento dependem de postos públicos de saúde. Sendo assim, grande parte dos habitantes são privados de condições básicas de vida, tornando-os alvejáveis para contaminações e propagações de doenças sobre aqueles que convivem em seu meio.

No entanto, a população, em sua maioria, não ajuda em tal assunto, pois orientações sobre como evitar a disseminação da epidemia são explícitas em todos os meios de comunicação. Contrapondo, grande parte dos moradores não as seguem, e, a enfermidade se alastra ainda mais, que, por sua vez, pode se transformar em pandemias, caso o enfermo utilize transportes internacionais.

Em resumo, não há um agente causador de epidemias, mas sim, uma liga de causas que resultam em um fim. Mas, se a sociedade em geral, cuidar de seu lar, sejo por meios de descarte correto de lixo, higienização, detendo contato com animais não civilizados, entre outros, e o governo, por sua vez, utilizar o poder que possui para levar o tratamento básico para lugares necessitados, no futuro pode-se evitar epidemias e desenvolver  o país de forma civilizada.