Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 24/03/2020

Em 1918, mais de 500 milhões de pessoas foram contaminadas pelo vírus Influenza. Aproximadamente 50 mil pessoas morreram pela gripe espanhola, que ficou conhecida por “mãe de todas as pandemias”. Atualmente o SARS2, mais conhecido como “coronavírus”, vem trazendo uma pandemia com inúmeras mortes, principalmente nos continentes Europeu e Asiático.                                                                                          As pandemias e as epidemias possuem uma diferença de causa: as epidemias podem ser locais ou entre poucas nações. Já as pandemias causam uma contaminação entre países e continentes, causando uma histeria coletiva, onde todos se contaminam simultaneamente, sobrecarregando o sistema de saúde e causando carência no atendimento por falta de recursos médicos e financeiros.                                                         O grande desafio se encontra nas formas de prevenção e contágio e na economia afetada com o transtorno pandêmico, já que alguns vírus podem ser facilmente transmitidos pelo toque do tato e aglomerações, causando a “quebra do mercado” onde a indústria é fortemente influenciada a parar com as produções e a economia despenca em um nível altíssimo.             Visto isto, soluciona-se um investimento ainda maior em ciências biomédicas para maior apuração de estudos sobre anticorpos aplicados de forma passiva (vacinas contra vírus). Juntamente, campanhas de prevenção e distribuição de material propício para higienização (álcool) nos postos de saúde para alcance de toda população.