Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 24/03/2020

Na Idade Média, a peste negra matou mais de 50 milhões de pessoas, essa epidemia foi a mais letal da história. Infelizmente, no atual cenário vivido, ainda nos deparamos com epidemias tão assustadoras quanto. Tal problemática causa pânico á sociedade, e requer medidas de cuidados específicos, tais como o distanciamento social e o cuidado com a higiene básica. De modo que as epidemias contemporâneas sejam sanadas rapidamente, evitando um contágio expansivo e maior preocupação da sociedade.

Primeiramente, é possível analisar que com novas epidemias surgindo, como o Ebola e o COVID-19, por exemplo, torna-se necessário um distanciamento social em prol da redução do contágio. Medidas como o fechamento de fronteiras e a proibição de viagens, são utilizadas para coibir aglomerações e o contato físico de pessoas. Entretanto, muitos cidadãos não respeitam tais métodos, alegando não serem necessários, isso prejudica o controle epidemiológico, fazendo com que por sua vez, o vírus possa se tornar uma pandemia, assim como o COVID-19. Esse cenário tem assustado muitas pessoas, e se torna necessário então, uma maior fiscalização, em momentos como esse, da efetivação do distanciamento.

Ademais, outro fator chave que coloca em risco a população, aumentando o medo da mesma e também uma proliferação maior das epidemias, é a falta de cuidado com a higiene básica. De acordo com o site Mundo Educação, um percursor importante do surgimento de epidemias, é o hábito de higiene precário vindo das pessoas. Lavar as mãos após utilizar o banheiro ou antes de uma refeição deveria ser algo comum e rotineiro, no entanto, essa não é a realidade observada. Um estudo feito pela Universidade de Westminster, na Inglaterra, aponta que cerca de 80% das infecções se proliferam por meio das mãos. Dados como esse, mostram a importância da conscientização da população acerca da higiene, no intuito de que mais ninguém seja contaminado por algo que pode e deve ser evitado.

Conclui-se, ao observar os fatos citados, que é de extrema relevância leis mais severas em momentos de epidemias, que visem assuntos como aglomerações e higiene pessoal. Desse modo, os Governos estaduais juntamente com o Ministério da Saúde, deverão criar leis rígidas, que não permitam grandes aglomerações de pessoas em um mesmo local, com o sentido de evitar facilidade de contágio de uma pessoa para as outras. Acresce também, a necessidade de criação pelos órgãos citados, de propagandas por meios de comunicação que visem a divulgação da importância de cuidar da higiene individual e seus benefícios para um momento de crise. Sendo assim, as epidemias serão controladas mais rápido e toda a sociedade irá ser favorecida, se restabelecendo a normalidade e a calma.