Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 25/03/2020
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o novo coronavírus (COVID-19) é uma pandemia e, com o mundo lidando com essa nova doença de tirar o sono, infelizmente surgem as histerias coletivas que, por muitas vezes, se espalham mais rápido que as doenças as quais se referem.
Quais seriam, no entanto, os problemas que tais teorias, geralmente infundadas, trazem para a sociedade? Com essas conspirações, chega a desconfiança dos fatos reais e de autoridades no assunto. Essa é a parte que pode gerar danos à população geral, já que pessoas que não tem o discernimento do que é um fato real e o que é falso podem ser afetadas por não seguir, ou seguir de maneira errada, indicações de segurança para sua saúde.
Por outro lado, as pessoas, ao invés de menosprezarem a crise criando teorias de que “não é tudo isso”, podem superestimar a situação e com isso o pânico acaba se instaurando a nível nacional. Vindo de apoio ao medo generalizado, vem também a necessidade de se garantir. Como por exemplo a estocagem de alimentos e bens de higiene pessoal. Isso, por sua vez, acaba gerando uma falta de tais produtos e os menos favorecidos sofrem danos por não poderem comprá-los por seu preço elevado ou por sua inexistência nas prateleiras.
Nota-se então, a necessidade de acalmar os ânimos durante o período de semi-caos que se instaurou mundialmente. Uma maneira de se fazer isso é ter incentivos governamentais para ajudar a população a entender o que está de fato acontecendo, por meio de campanhas de conscientização, divulgação de pesquisas e fatos, etc. Desse modo, poderemos fazer com que todos saibam se podem ou não dormir tranquilos. Isso reduziria os danos à sociedade causados pela tão terrível histeria em massa.