Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 25/03/2020

É de conhecimento geral a devastação causada por uma epidemia. Em séculos anteriores, a disseminação de doenças ajudou a abalar impérios, a alterar modelos econômicos, a redesenhar cidades e a favorecer mudanças de comportamento. Atualmente, além de alguns desses problemas, essa crise também traz a valorização de sistemas públicos de saúde, as transformações no regime de trabalho e algumas consequências culturais.

Diversos fatores podem causar o surgimento de epidemias, tais como: falta de saneamento básico, hábitos de higiene precários, poluição, condições climáticas, entre outros. A falta de condições financeiras acaba levando a algumas dessas causas, principalmente em países com alta taxa de população de classe baixa.

O ebola é um exemplo de epidemia. Descoberta em 1976 por causa de surtos simultâneos, essa doença não possui vacinas e apresenta taxa de mortalidade de até 90%. Foram quase 28 mil pessoas infectadas e mais de mil mortas.

Com base nas informações citadas nos parágrafos anteriores, percebe-se que a prevenção também é muito importante, pois poderia ter evitado muitas mortes e problemas ambientais e socioculturais. Além disso, é necessário conhecimento sobre os mecanismos da doença e as medidas terapêuticas, para não serem adotadas práticas absolutamente ineficazes revestidas apenas de valor ritual.