Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 24/03/2020

Na segunda metade do século XIV a Europa sofreu uma pandemia com a peste bubônica que matou um terço da população do continente. Um dos fatores que acarretou no aumento de mortes foi a falta de informação sobre a doença, já que não sabiam sua origem e nem sua cura. Com isso, a preocupação na sociedade europeia aumentava, pois ninguém tinha certeza de como agir.

Nesse contexto, atualmente o avanço da ciência e a facilidade do acesso a informação amenizou os efeitos de epidemias contemporâneas. Por exemplo, sabemos como a Covid-19 alastra e compartilhamos métodos para barrar a infestação do vírus através da televisão, redes sociais, etc em um curto período de tempo, algo impossível de se fazer no século XIV.

Porém em consequência, o número de pessoas que ficam preocupadas ou despreocupadas exageradamente aumentam devido ao número de falácias compartilhados pelas redes sociais ou mesmo até mesmo por governantes. Por exemplo, pessoas estão acabando com estoque de supermercados por medo ou pessoas que ignoram as medidas tomadas e ajudam no espalhamento da doença assim prejudicando a todos.

É fundamental filtrar essas informações para que não sejam feitas atitudes extremas. As pessoas devem checar a veracidade das notícias em diversos sites confiáveis ou outras fontes seguras, visto que ainda muitos são alvos das fake news, e assim diminuindo os efeitos devastadores de uma epidemia.