Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 24/03/2020
Segundo o sociólogo Karl Marx o homem é por natureza um animal social. Tal conceito se extende para a era contemporânea, os serviços digitais mostram. Que apesar da fluidez de notícias, a disseminação de notícias falsas são uma ameaça a vida humana. É o que podemos observar na epidemia do COVID-19 e seus desafios relacionados à histeria coletiva. Desse modo o excesso de informações é viciante ao público e publicações mais apelativas em busca de visualizações geram pânico ou despreocupação exagerada.
Evidentemente a publicação de notícias causa mais impacto do que o próprio acontecimento. Como por exemplo nos Estados Unidos da América seis mortes causaram de acordo com a revista Time a perda de 3,5 bilhões de dólares no mercado acionário. Foi a pior semana para o mercado de ações desde a segunda-feira negra de 2008. Se as mortes não tivessem sido noticiadas o impacto não seria o mesmo. Apesar da notícia ser verdadeira esse caso nos mostra como a informação pode ter impacto global.
Portanto na busca por fama indivíduos podem causar impactos imensos ao propagar mentiras. Além disso o absurdo das notícias chocam o público e os vicia, os força a voluntariamente compartilhar a informação recebida causando a histeria coletiva. Pois o excesso de informações exageradas de maneira repetida faz com que elas sejam consideradas verídicas.
Em suma fica à mostra a necessidade do governo brasileiro tomar medidas de supressão a tais informações. Primeiramente punir os indivíduos que criaram a mentira, e refutar em rede nacional os principais argumentos usados de maneira mentirosa. Impactando de maneira final o público alienado e evitando a histeria em massa.