Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 25/03/2020

No dia 22/03/2020, foram registradas 5.476 mortos e 59.138 infectados pelo novo COVID-19. A situação se agrava com o grande número de médicos infectados e a falta de recursos. Passando a situação para o Brasil, fica claro que o país não é preparado para uma grande epidemia, levando em conta a dificuldade de fornecer informações à população. Com isso, a probabilidade de histerias coletivas é elevada, causando falta de recursos básicos e crises economias. É necessário combater os problemas e preparar os países para eventuais crises.

Falta de informações claras e objetivas causam medo, medo causa ações desesperadas. Em um momento em que a saúde publica é ameaçada, a falta de equipamentos médicos, itens de higiene pessoal e alimentos, exemplifica uma ineficiência comunicativa em relação ao combate da doença em questão. Uma vez que, a estocagem de produtos é prejudicial, sendo um ato egoísta e extremo. Pois, pequena parte da população tem condições financeiras de acumular produtos, causando faltas de estoque para as mesmas.

Contudo, as pessoas que possuem menos recursos, também são as mais expostas ao problema. O isolamento social não é democrático já que, as pessoas precisam trabalhar. Grandes epidemias geram grandes crises econômicas,que quebram empresas pela falta de demanda causada por isolamentos, aumentando o número de desempregados. Portanto, mais pessoas serão expostas a dificuldades financeiras em um momento critico para a sociedade.

Ademais, medidas devem ser tomadas para resolver o problema. É papel do Ministério da Saúde em parceria com meios midiáticos, uma campanha conscientizando a população a como agir em momentos de crise, por meio de propagandas. Com isso, acabando com as histerias coletivas. Também é fundamental que o Ministério da Fazenda aja com as empresas privadas para a criação de uma política nacional de prevenção de crises, tendo como foco, a poupança. Assim, a taxa de desempregados diminuirá.