Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 29/03/2020
A peste negra ocorreu durante o século XIV, na Europa, cominado na morte de 1/3 (um terço) da população. No Brasil e no mundo, atualmente, vêm ocorrendo uma grande instabilidade em circustância da disseminação da pandemia, além dos efeitos do surto em todo globo que evidentemente mostra o pânico da população, efeitos negativos que são causado pelo compartilhamento histérico de informações pelas redes de televisão, jornais e rádios de forma dissimulada e irresponsável.
Em primeiro lugar, os efeitos descontrolados da pandemia atual é algo a ser levado em consideração tanto no aspecto positivo e quanto ao negativo, pois é um fator que pode mudar drasticamente a vida da sociedade. Conforme a UOl, no passado houve epidemias que contribuiram para mudanças significativas na forma de viver dos cidadãos, assim como na peste bubônica que resultou na migração do povo do campo para a cidade, sendo nos dias presente, a previsão de uma nova revolução científica e tecnológica.
Ademais, a mídia tem usado o surto recente como um meio de ganhar audiência, um efeito que é negativo para a situação vivenciada, além de levar a população a desconfiança das medidas políticas e sociais para o resguardo da sociedade. Visto que o sensacionalismo tem tomado frente aos conteúdos jornalísticos, a tendência é o uso desenfreado de notícias para o alcançe máximo de pessoas, visto isso, é necessário que haja uma conscientização das redes de televisão para o controle do surto da doença, e no mais a segurança do povo.
Portanto, é evidente os cuidados a ser tomado com o intuito de evitar a histeria em tempos de epidemias, além de controlar os efeitos negativos no mundo e evitar o uso indevido de eventuais crises para o fortalecimento da mídia. Cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, Defesa, Meio Ambiente e Economia, criar um projeto de lei que vise os cuidados de ermegência, de divulgação de informações, além de medidas provisórias que venham a ser editadas a fim de evitar o pânico entre os cidadãos.