Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 25/03/2020
É de conhecimento geral que muito se tem discutido sobre as epidemias mundiais, tendo como um dos muitos exemplos a Gripe Espanhola que chegou a matar 20 milhões de pessoas de 1918 a 1919. A falta de saneamento básico e de suporte ocasiona a histeria da população, que com medo e bombardeados de notícias falsas acabam superlotando hospitais, postos de saúde prejudicando quem necessita do serviço.
Ao se examinar as epidemias globais, é nítido que a maioria delas provém da falta de higiene, saneamento básico e aglomerações prejudiciais. Porém, devido a alta desigualdade social, como é o caso do Brasil, as aglomerações nos morros, denominadas de favelas, não possuem estrutura contra tais doenças. Pela falta de hospitais, postos sem suprimentos e muitas pessoas desinformadas, o número de infectados acaba crescendo.
Em consequência disso, muitos moradores dos morros, que trabalham nas cidades, possam contrair a doença e passarem para um aglomerado maior. Entretanto, o verdadeiro problema começa agora com casos suspeitos e casos confirmados, lotando os hospitais, postos de saúde, escassez de vacinas e remédios. Deixando em desvantagem quem necessitava dos serviços hospitalares e farmacêuticos diariamente e os novos casos confirmados que carecem de mais atenção.
Levando-se em consideração esses aspectos, torna-se evidente que os caminhos para a luta contra tais epidemias, cabe, em parte, ao Governo Executivo, investindo mais em saneamento básico, com foco nas favelas. O Ministério da Saúde distribuindo em postos kit’s de higiene básica, informações e notificações verídicas sobre tal questão. À população, organizarem grupos com funcionários da saúde em cada cidade para aumentar o alcance de informações e dicas, com o intuito de acalmar a população.