Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 25/03/2020

Epidemias

Desde a Idade Média até hoje, temos registro das epidemias de histeria. Ocasionalmente, a doença persiste por dias; mas geralmente, quando a multidão aflita se dispersa, os sintomas tendem a desaparecer, provavelmente porque só são contagiosas quando novas vítimas ficam observando outras adoecendo. Rumores sobre a causa desses surtos tendem a surgir nas comunidades, ainda mais na atualidade com a agilidade dos meios de comunicação como o WhatsApp ou as redes sociais e com o surgimento das fake news, notícias falsas sobre o assunto.

Mas o que é histeria? A histeria pode ser um mecanismo de defesa para evitar emoções dolorosas, transferindo inconscientemente essa angústia para o corpo. Pode haver uma função simbólica para isso, por exemplo, uma vítima de estupro pode desenvolver pernas paralisadas.

A epidemia atinge um número elevado de pessoas e pode espalhar-se por mais regiões. Quando uma epidemia espalha-se por mais de um país ou continente, dizemos que temos uma pandemia. Como exemplo de pandemia, podemos citar a AIDS. O coronavírus é a mais recente desculpa para a histeria coletiva.

Saímos de uma histeria e entramos em outra. E nem isso está muito certo. Hoje enfrentamos múltiplas histerias ao mesmo tempo. A mais recente, claro, é a do COVID-19, mais conhecido como coronavírus. Além da China, onde o vírus teve origem, grandes cidades da Itália e Japão estão em quarentena, e o Japão fechou todas as escolas.

Diversos fatores podem causar o surgimento de epidemias. A falta de saneamento básico, hábitos alimentares pouco saudáveis, hábitos de higiene precários, poluição, condições climáticas, estresse, drogas e mutações são alguns dos fatores que favorecem o aumento de casos de uma doença.Não podemos nos esquecer ainda de que as epidemias surgem hoje com mais facilidade em razão do rápido trânsito de pessoas. as quais podem levar uma doença de uma região para outra.