Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 06/01/2021
Entre meados de 1918, surgia uma grande pandemia,a gripe espanhola, que se alastrou pelo mundo todo, deixando milhões de mortos que surgiu durante a primeira Guerra Mundial. O número de mortes foi muito maior que as próprias vitimas da guerra. Outra epidemia que ficou famosa há uma década, foi o vírus da gripe H1N1, que foi responsável pela morte de 68% posterior a doença. Sendo notório até nos dias atuais que a falta de higiene, causa e traz doenças, podendo virar uma epidemia ou até uma pandemia.
A epidemia ocorre por meio de uma doença contagiosa que se espalha entre comunidades e regiões, o que origina um surto podendo até surgir uma histeria pela parte da população. Causada pela sua própria neglicencia. Um exemplo atual destas epidemias é o coronavírus, um vírus que causam infecções respiratórias, que se transmite por meio do contato próximo de alguém contaminado pela doença, as formas de prevenção foram as mesmas que a da gripe influenza.
Além das questões citadas, há também, os fatores de pessoas que viajam muito entre países, o que contribui para com as doenças vindas do local, cruzarem as fronteiras. Ou até mesmo a questão dos refugiados que não há como saber se foram vacinados em seu país de origem. Além da histeria causada pela própria população, que só se preocupa consigo mesmo. Segundo o escritor Franz Kafka, “a solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana”.
Dados apresentados da OMS, compara o novo vírus com a família Influenza, sendo considerado 5,1% o covid-19, com 3.100 mortes ocorridos na China e 484 mortes fora dela. Sendo a maioria dos mortos com mais de 60 anos ou com problemas de saúde. E com a família Influenza considerada com 34% de letalidade com 858 mortos.
Dados os fatos apresentados acima a OMS e o ministério da saúde deveriam apresentar campanhas e palestras para a conscientização da comunidade para que se possa diminuir essas doenças com uma boa higienização, saneamento básico, vacinações em dia. E sobre a nova doença deve continuar com as prevenções até que se ache uma cura, uma vacina para que possam proteger os moradores, principalmente os de alto risco.