Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 22/04/2020
A humanidade ao longo dos anos de sua história já viveu muitas epidemias, dentre elas a peste negra matou 1 em casa 3 europeus. Entretanto, um equívoco reforçados pela intolerância causou ainda mais mortes dos judeus que foram acusados de causar a doença. Assim como atitudes oriundas da histeria coletiva dificultam a diminuição de epidemia. Cabe ressaltar a facilidade de contágio com o fenômeno da globalização, o qual intensifica o trânsito de pessoas pelo mundo. Dessa forma, a AIDS teve seu auge nas décadas de 80 e 90, causando um impacto na saúde internacional. Além disso, os estigmas sociais até hoje dificultam o tratamento e a prevenção da doença. Segundo o programa das Nações Unidas, 64,1% das pessoas que tem HIV já sofreram algum tipo de discriminação.
Outrossim, um dos maiores obstáculos para conter epidemias são as notícias falsas que se propagam pelos meios de comunicação, principalmente a internet. De maneira que informações errôneas sobre tratamento e disseminação levam indivíduos a situações de perigo perante a doença . De certo, as vacinas são as mais afetadas por esse fenômeno, de acordo com a OMS o número de vacinados contra a febre amarela não alcançou 80% do público alvo.
Sendo assim, é necessário que haja um controle maior do trânsito populacional entre os países a fim de evitar uma disseminação em grandes escalas, junto aos países com a ONU. Assim como, é importante que instituições governamentais relacionadas à mídia controle fake news e crie formas para as desmentir para populações menos informadas.