Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 27/03/2020

Epidemias e suas consequências

No filme “Contágio” de 2011, podemos notar o surgimento de um vírus desconhecido na China que é altamente contagioso e letal. O desespero toma as pessoas, fazendo-as tomar atitudes de emergência. Toda essa histeria e “caos” pode ser evidenciada em casos de epidemias que tomam proporções indesejadas. Isso porque as pessoas ficam apreensivas, com medo de perder familiares, amigos ou a sua própria vida e que estrago isso irá causar na economia do país e mundial.

Quando trata-se de epidemias logo pode-se pensar medo, crises e incógnitas até porque, é evidente que a população fica extremamente insegura. E essa insegurança acaba gerando desespero, pois, não se sabe qual será o futuro de uma nação, da economia e as medidas que um governo irá tomar. Percebe-se tudo isso com o atual caso da COVID-19 onde é presenciado medidas emergenciais de isolamento social muitas mortes e projeções desastrosas que mostra no Brasil, onde atualmente o numero de mortes por corona é 92, pra mais de 478 mil mortes até o final da epidemia, segundo pesquisadores de Oxford.

Medidas emergenciais tomadas durante uma epidemia podem afetar gravemente a economia de um país, exemplo, o atual cenário de isolamento social, onde comércios e indústrias se encontram fora de funcionamento, sem dinheiro pra pagar seus funcionários, começaram a demiti-los. Além de que só o fato de um país estar em epidemia já afeta drasticamente a bolsa de valores, podendo fazer com que a economia mundial entre em recessão, como citado numa previsão de uma pandemia severa de gripe, onde o Banco Mundial estimou custar cerca de 5% do PIB global.

Logo, para que possamos controlar essa histeria coletiva da população em casos de epidemia, é necessário que divulguem nas mídias as medidas as serem tomadas para evitar a doença, os tratamentos da doença para que o povo não entre em desespero. Por parte do governo, proporcionar medidas para que a economia continue o mais estável possível, investir no sistema público de saúde, aumentando o número de equipamentos e medicamentos usados no combate da doença, para que as pessoas que forem infectadas possam ser tratadas, de maneira rápida e eficiente, evitando o colapso e superlotação dos hospitais públicos.