Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 28/03/2020
Pode-se definir epidemia como um surto periódico de uma doença infecciosa em dada região ou população. Um exemplo disso foi a Peste Negra que acometeu milhares de pessoas com uma doença de caráter bubônico e matou um terço da população europeia na Idade Média. Essa epidemia foi gerada através do contato com pulgas infectadas, e disseminada devido à falta de higienização pessoal e saneamento básico nas cidades.
As doenças epidemias são transmitidas de uma região para a outra, podendo tornar-se pandemias. Os agentes transmissores são seres humanos ou animais, sendo que esses podem transmitir entre a própria espécie ou entre espécies diferentes. O translado de pessoas entre os países pode ser um fator determinante da disseminação e o contato, o fator da contaminação.
As consequências de uma epidemia são graves, podendo causar histeria nos indivíduos. O medo do contágio faz com que às pessoas passem a sentir sintomas físicos que apenas são perturbações emocionais, no seu consciente. E a mídia é responsável por causar ansiedade, pânico e alucinações nos indivíduos, já que ela é a responsável pela disseminação de notícias a todo instante.
Para que este problema seja amenizado, faz-se-á necessário que o Ministério da Saúde crie um programa televisivo onde psicólogos converse com o público. Essas conversas deverão conter dicas de como manter a saúde mental e a calma no momento de calamidade. E, também, alertar sobre o perigo do exagero informacional sobre a mente. Assim, a população manter-se-á tranquila e apta a passar pela epidemia sem problemas de ordem psíquica.