Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/03/2020
Brás Cubas, o defunto autor de Machado de Assis, disse que não queria filhos, para não transmitir o legado de nossa miséria. Ao seguir essa linha de pensamento, mostra que Brás achava o indivíduo incapaz de certa virtude. Nesse contexto, observa-se o surto de doenças existentes no século XXI, como também os seus desafios associados a histeria global. Posto isso, é perspectivo que estas problemáticas tenham uma análise linear, bem como do passado para o presente, entrando assim, em coesão com o “legado” explícito por Brás. Nesse cenário, a omissão de uma consciência coletiva, acarreta diversas dificuldades. Logo, é preciso que haja melhorias para estes desafios.
Tendo em vista esses aspectos, à medida que haja a escassez de percepção em cuidados com a saúde, aumentará cada vez mais o contágio. Com o surgimento das Grandes Navegações, foi apresentado diversas modificações como a globalização e as novas enfermidades. Nesse âmbito, é notório que até este tempo, indivíduos ainda não sabem lidar e se acostumar com a nova rotina que cada doença oferece. Como o coronavírus, que é preciso está sempre bem higienizado e afastado de pessoas com uma distância mínima de 1 metro. Muitos não conseguem se acostumar ou não praticar, levando assim a uma saúde instável.
Destarte, repara-se que o desenvolvimento para a melhoria dessa problemática. Portanto, é necessário que o MEC (Ministério de Educação) interligado com a Mídia, promovam meios de transmitir a conscientização da sociedade, por intermédio de propagandas e novelas que puxem a atenção dos jovens e adultos, para que entendam que é necessário seguir ordens que privilegiam a própria segurança. Ademais, também será essencial que o Ministério da Justiça (MJ), promulgue multas para a aqueles que não seguirem as medidas exigidas pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Desse modo, haverá uma melhoria na proliferações de doenças. Logo teremos um mundo em que Brás Cubas pudesse se orgulhar.