Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 29/03/2020
Na obra “Utopia”, do filósofo inglês Thomas more, é retratada uma sociedade perfeita, onde o corpo social é livre de conflitos e problemas. Hodiernamente, a histeria coletiva causada por epidemias contemporâneas afasta a sociedade da descrita pelo filósofo. Desse modo, cabe-se obter meios para mitigar essa problemática, ocasionada não só por desinformação, como também por fake news.
A priori, é evidente que a desinformação acerca de epidemias provoca pânico na população. Diante disso, cabe-se citar o COVID-19, uma pandemia que assolou a sociedade no início de 2020 e causou histeria em massa, pelo fato de muitas pessoas estarem desinformadas quanto a doença. Por conseguinte, esse pânico ocasionou problemas ao mercado, como a demanda atípica por artigos de higiene, provocando menor oferta pela incapacidade de re-estoque veloz o suficiente. Portanto, a desinformação deve ser combatida em meio a uma epidemia.
Ademais, a histeria é evidentemente causada pela emissão de fake news.
Segundo o MIT( Instituição de Tecnologia de Massachusetts), as notícias falsas se espalham 70% mais rápido que as verdadeiras. Dado o exposto, torna-se claro que a manipulação de informações é um fator pertinente no crescimento do pânico de massas no combate a epidemia. Faz-se imprescindível, portanto, a distinção dessa conjuntura vigente.
Destarte, é necessário obter subterfúgios que solucionem essa atual problemática. Para tal, o Ministério da Saúde deve criar fortes campanhas de disseminação de informações verídicas sobre as epidemias, por diversos meios de comunicação, tal como rádio, tv e internet, a fim de acabar com o cenário de desinformação vigente na contemporaneidade. Com isso aplicado, a sociedade se aproximará um pouco da utópica do livro de More.