Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 05/06/2020
É notório que as epidemias emergiram à milhares de anos, o primeiro caso de epidemia foi na cidade de Atenas no ano de 430 a.C, com a expansão de uma bactéria causadora da Peste Bubônica, na Guerra do Peloponeso. Embora, a primeira epidemia ter sido a tempos atrás, hodiernamente luta-se para a erradicação dessas doenças e com a aflição de novos aparecimentos. Diante do exposto, no presente momento o mundo encontra-se em uma pandemia gerada pelos vírus Sars-cov2, popularmente conhecido como coronavírus, o que tem acarretado uma vasta histeria devido a incompreensão da nova cepa de vírus. Nessa lógica, é de suma magnitude pleitear os desafios epidemiológicos para com a sociedade e ponderar a histeria coletiva que isso motiva.
Por conseguinte a isso, vale ressaltar, a objeção enfrentada pela humanidade quando se trata de epidemias anacrônicas e contemporâneas, devido ao índice de doenças ponderadas pelo Ministério da Saúde no atual cenário. Soma-se a esses fatores, como nos casos de Covid 19, a insciência parcial da doença, uma vez que a linhagem do vírus motor era desconhecida pelos indivíduos da saúde. Outrossim, os desafios de surtos não são apenas com doenças recentes e sim com o reaparecimento de doenças erradicadas com uma nova resistência aos meios profiláticos.
Dessarte, devido a esses problemas fica, portanto, um ambiente propício para uma histeria coletiva, visto que desperta na população uma questão de autoproteção demasiada por parte de alguns. Diante desse cenário, cabe mencionar que a histeria deve-se aos extremos individuais e a propagação de notícias desleais para com a população, seja ela limitando ou inserindo números nos índices de controles governamentais. Assim sendo, a propagação dessas Fake News envolvendo epidemias, pandemias e endemias, constituem um problema social denominado histerismo, carecendo então de intervenções para solucionar esses obstáculos.
Torna-se evidente, portanto, que medidas são necessárias para solucionar esse impasse. É de encargo governamental, investir em pesquisas laboratoriais, incentivando os estudos das possíveis patologias e testando laboratorialmente prováveis mutações virais e bacterianas, com o intuito de ter um banco de dados e de possíveis imunizações para a sociedade, prevenindo de atuais surtos e tranquilizando a população com medidas preventivas e curativas. Além disso, é responsabilidade do governo coadjuvante ao Ministério da Saúde, atualizarem os cidadãos quanto aos números reais de contaminados, notificados, óbitos e curados, diminuindo com isso, o número de Fake News espalhadas e consequentemente contendo o pânico instaurado na sociedade.