Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 01/04/2020

O mundo já passou por diversas epidemias como a tuberculose de 1850 até 1950, varíola de 1896 até 1980, o sarampo até 1963 e retornanado nos dias de hoje, a malária desde 1980, a AIDS desde 1981, entre outras. Durante as epidemias muitas pessoas acabam sofrendo com estresse físico e psicológico, começando a sentir medo, incerteza e ansiedade.

De acordo com a psicóloga Kátia Gandolpho Cunsolo, a histeria coletiva é uma explosão de sentimentos e de vontades reprimidas, que é disparada em várias pessoas ao mesmo tempo. “Uma ideia que não foi verbalizada, que não foi simbolizada. Um medo, uma tristeza, uma angústia. Esse medo não tem nome e escapa pela via do corpo.", “O material recalcado vem disfarçado sob a forma de um sintoma corpóreo. É uma espécie de teatro corporal”, explica a psicóloga.

Mesmo com o avanço e  aprimoramento da medicina os vírus causadores de epidemias estão sofrendo mutações e estão se tornando cada vez mais resistentes com o passar do tempo, exemplos disso é o novo coronavírus que em 2002 causou a epidemia da SARS e que hoje se tornou uma pandemia conhecida como COVID-19, outro exemplo é a febre hemorrágica que fazia 20 anos que não era constatado esse vírus no Brasil e um homem faleceu por febre hemorrágica no dia 20/01/2020 na cidade de Sorocaba.

Portanto, para evitar que as epidemias se alastrem a OMS junto dos líderes de cada país deverão criar planos para analisar e dizimar novas epidemias, além de evitar que elas causem problemas que afetem a sociedade como um todo.