Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/03/2020
As epidemias são relativamente normais quando aparece uma nova doença, porém elas geralmente são controladas rapidamente com vacinas ou remédios, mas as vezes o medicamento demora para ser desenvolvido e gera uma grande epidemia como nos casos da H1N1, Gripe Aviária e mais recentemente com o COVID-19 ou chamado coronavírus. Nessas situações de risco, as pessoas ficam com medo e histéricas e sem saber o que fazer a respeito, tomam decisões precipitadas piorando a situação de outras pessoas.
Quando ocorrem as epidemias o Ministro da saúde é responsável por reunir informações com os hospitais e postos de saúde para ir ao publico e divulgar os conhecimentos sobre a tal doença com a intenção de ajudar a população a não se contaminarem, conscientizar-se e diminuir os casos. Porém tem pessoas que não seguem o que é orientado ou pessoas que ficam histéricas e consequentemente ampliando a taxa de doentes, se tornando mais difícil para encerrar a epidemia.
A histeria coletiva pode fazer com que essa circunstância pareça pior do que é, levando à situações extremamente exageradas, como ir ao mercado e comprar muita comida para estocar com o objetivo de ficar em casa e ter o que comer durante um bom tempo. Este comportamento é normal quando a população e a mídia exageram sobre a epidemia ocorrida, criando nas pessoas uma sensação de medo em relação à doença executando no povo uma vontade de não sair de casa sendo que talvez não seja tudo que falam na TV ou em sites de notícias.
Portanto para acalmar os cidadãos quando ocorre esses surtos, o Estado deve enviar o Ministro da Saúde para informar a todos sobre o ocorrido, além de acalmar a multidão para não haver histeria coletiva. E para aqueles que não obedecerem às instruções do Ministro devem ser primeiro notificados que estão fazendo algo que está prejudicando todo o país, se caso o indivíduo continue o que estava realizando ele deve ser multado como punição.