Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 05/04/2020

Com a notícia de casos recorrentes de pneumonia na cidade de Wuhan, na China, no final do ano de 2019, e após a emissão de um alerta feito pela OMS (Organização Mundial de Saúde) sobre esses acontecimentos, gerou grande preocupação, mas só em janeiro de 2020 descobriram que esse surto se tratava do coronavírus, vírus esse que vem se espalhando em uma velocidade assustadora e tem se tornado uma epidemia, tendo chegado em vários países ocasionando números elevados de mortes, e foi no final de fevereiro que esse vírus chegou ao Brasil, causando além do medo uma histeria coletiva.

A mais recente epidemia que estamos passando é o coronavírus (COVID-19) que teve seu surgimento na cidade de Wahan na China.Para evitar o contágio do vírus, algumas medidas que foram tomadas por recomendação de especialistas como a quarentena em alguns países, fechamentos de fronteiras, fechamento de comércios e fábricas, escolas e qualquer outro estabelecimento que não seja essencial, além de claro manter todos os hábitos de higiene. Se não fossem essas ações/informações corretas para evitar o contágio do vírus, os casos confirmados e de morte pela doença seriam muito maiores.

Hoje com a internet as informações podem chegar destorcidas ou até mesmo as notícias falsas, as chamadas “Fake News”, isso pode provocar ainda mais a histeria coletiva quando temos por exemplo uma epidemia.

Diante do que foi falado, para que que não tenhamos uma evolução dessa epidemia é necessário que a sociedade estabeleça atitudes de solidariedade e empatia, já que ela afeta a todos independente de classe social. Ademais, o estado deve ser exemplo, procurando conscientizar a população sobre as medidas de prevenção para que os impactos sejam minimizados e adotar atitudes para com aqueles que vivem em situações precárias e não possuem saneamento básico, já que a doença é prevenida através principalmente da higiene.