Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 30/03/2020

No Brasil o mais recente caso de epidemia é o vírus da COVID-19, vindo originalmente da China. Esse problema tem gerado diversas consequências, não só para o Brasil mas também como para outros países no mundo inteiro, como a histeria da população, a queda da bolsa de valores, a superlotação em hospitais, gerando uma crise mundial. Muitos desses problemas acabam por ter a sua gravidade aumentada devido ao exagero exercido pela mídia e os problemas relacionados a economia.

Em primeira análise, a cobertura da mídia e de estrema importância para a população se manter informada acerca do problema desse novo vírus, entretanto muitas delas acabam gerando um medo exagerado a sociedade. Essas imprensas transmitem em suas reportagens uma linguagem amedrontadora, como na reportagem do jornal “R7”: “Coronavírus: mulher de 32 anos é a 18ª vítima fatal no RJ”, mas não informam que os casos da doença são mais incidentes as pessoas idosas, intensificando o desespero da população.

Além disso, esse vírus tem tido uma grande influência para o colapso que vem gerando na economia do mundo inteiro, causando cada vez mais pânico e terror entre a população. A crise econômica acaba se agravando rapidamente devido a resposta da população mediante a ela, como diz Bauman “Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas”, que ao passo que o COVID-19 se espalha mais problemas econômicos relacionados a ela surgem, como a queda da bolsa de valores.

Em síntese, o mundo inteiro está entrando em um período de muito desespero, porém a população deve reagir com calma para evitar que a histeria se alastre. Para isso, a mídia deve por meio de suas plataformas transmitir informações de apoio, para que a população possa proteger a si e ao seu próximo, de um modo não exagerado. Com a nação unida o mundo poderá passar por essa crise de uma forma mais rápida.