Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 31/03/2020
No filme coreano FLU da Netflix, que se passa na Coreia do Sul, relata uma epidemia causada por um vírus letal da gripe o qual se dissemina rapidamente contaminando toda a cidade em menos de uma semana, sendo necessário que o Governo Coreano declarasse quarentena. Semelhantemente, no final do ano de 2019, foi descoberta uma doença causada pelo vírus da gripe, chamada Covid-19, no Japão, a qual, em primeiro momento, virou uma epidemia mas, com a propagação muito rápida, tornou-se uma pandemia e um motivo de histeria coletiva. Dentro desse contexto, o quadro econômico e a questão da saúde são fatores que devem ser levados em consideração.
Certamente, uma epidemia causa grandes problemas para um país. Porém, quanto mais rápido ela for controlada, menor será seu impacto negativo na economia. De fato, toda doença viral epidêmica é contagiosa, tendo como forma de prevenção a quarentena. Contudo, boa parte do capital gerado dentro de um país, tem como a sua principal influência os trabalhadores, e com estes em quarentena sendo incapazes de executarem seus serviços, faz com que a economia seja abalada existindo a possibilidade de uma futura crise econômica, o que sem dúvidas, gera uma certa preocupação na população.
Além do mais, os hospitais, tanto públicos quanto particulares, sofrem quando há uma epidemia, pois o número de pacientes adoecidos por conta do vírus cresce excessivamente, causando uma superlotação. Em consequência do aumento de pessoas infectadas, a falta de leitos, medicamentos e dinheiro é extremamente comum, como também a presença de poucos profissionais da saúde se comparado ao numero de casos. Logo, a qualidade hospitalar reduz drasticamente e devido a isso, a possibilidade de ocorrer mais mortes, não só por conta do vírus, mas também por qualquer outra doença, é muito alta.
Em vista do que foi analisado, cabe aos Governos Federais declararem quarentena apenas para grupos de riscos da doença, com o objetivo de manter o andamento da economia e não gerar uma suposta crise econômica. Também é necessário que o Ministério da Saúde invista e forneça mais recursos médicos nos hospitais, principalmente testes gratuitos, para que diminua o pânico da população. Por fim, a mídia pode divulgar as informações corretas de como se precaver do vírus de uma forma divertida e dinâmica, para que assim prenda a atenção dos indivíduos e os conscientizem da situação. Desse modo, a população iria se tranquilizar mais, diminuindo a histeria coletiva.