Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 31/03/2020
As doenças podem ser consideradas epidemias a partir do momento que ultrapassam o número de casos esperados em diversos locais, se tornando extremamente ameaçadora por conta de ser imprevisível, podendo ser incontrolável se a doença não for manuseada da maneira correta e mais veloz possível.
A falta de saneamento básico, alto trânsito de pessoas, condições climáticas, levam a contaminação ao seu ápice, transformando municípios, cidades, estados e países em quarentenas. Com situações emergências, sempre surgem as fake news, fazendo com que métodos não eficientes sejam praticas contra a doença. Nas periferias as doenças se propagam muito mais, por conta da falta de utensílios higienizantes, faltando agua, sabonete, lugares arejados, O clima favorece a contaminação das doenças, como em lugares frios as pessoas têm a tendência de se juntarem em lugares fechados, como em um shopping, lojas, restaurantes e mercados, não havendo circulação do ar.
Diversas vezes as pessoas não respeitam ou não têm condições de atender as necessidades que cada epidemia ou doença requer, como higienizar as mãos constantemente, evitar contato físico ou emprestar objetos pessoais, sucedendo ao governo tomar medidas de fechar o país para haver qualquer diminuição na disseminação da patologia, mas para isso ser possível os indivíduos carecem de dinheiro para sustentar sua famílias e a si mesmo. Nos locais mais carentes existe uma falta constante dos recursos primordiais, tal como água.
A prefeitura deve distribuir cestas básicas mensalmente, sabonetes, dispor de pontos estratégicos onde a alto trafico de pessoas para estar se precavendo da doença, focando nas periferias onde a uma concentração elevada de pessoas e existe escassamente saneamento básico.