Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 06/04/2020

A princípio, as epidemias existem desde o século 14, onde surgiu a peste negra que devastou milhões de pessoas na Europa. No Brasil uma das grandes epidemias foi o Aedes Aegypti, de origem africana, onde o primeiro caso ocorreu em Recife de 1685. Deste modo, temos como consequência à histeria coletiva da população, que por sua vez acabam sendo atingidos não só pela queda econômica, mas como também a insegurança sobre o sistema de saúde em que vive. Além disso, a falta de informação dada pelo governo causa o desequilíbrio da sociedade, bem como a falta de consciência de cidadãos de renda baixa por não obterem o conhecimento suficiente sobre a situação de tal epidemia.

Em primeiro lugar,  temos como exemplo a epidemia do vírus Covid-19, que atualmente atingiu principalmente a economia do Japão, Brasil, China e Itália. Posto isso, uma das consequências obtidas com os surtos de epidemias são os desempregos e a necessidade de redução de salários, visto que a supracitada afetou não apenas as bolsas de valores, mas como também empresas menores. Diante da supracitada, um dos motivos para a histeria coletiva é a insegurança com relação ao sistema atual de saúde brasileiro. Isso porque, diante dos dados obtidos do Banco Mundial, os gastos públicos com saúde no Brasil equivaleram a 3,8% do produto interno bruto em 2015. Sendo assim, a falta de verba e investimentos do governo na estrutura e matérias básicos da saúde acaba afetando a segurança da população com relação a retrocitada.

Inicialmente, de acordo com o levantamento da Agência responsa, 90% dos moradores periféricos não confiam nas atitudes do governo com relação a ajudar os mais pobres. Posto isso, boa parte dos cidadãos de renda baixa não recebem o acesso a boa qualidade de educação. Isso gera a desconfiança, e a falta de informação  da população de renda inferior. Em consequência é gerado a falta de consciência acerca de tal epidemia, e o aumento dos desafios enfrentados a histeria coletiva, principalmente de moradores periféricos por falta de conhecimento necessário.

Em suma, é necessário para que haja a diminuição de epidemias contemporâneas, e melhore seus desafios relacionados à histeria coletiva, que o governo, junto com o ministério de saúde invistam melhor na estrutura de hospitais por meio de materiais básicos e leitos para que assim tenham capacidade de lhe dar epidemias e melhore a confiança da sociedade sobre o sistema de saúde brasileiro. É também notório que o governo e o ministério de educação invistam em educação, por meio de aulas onlines principalmente à pessoas de renda mais baixa, para que assim aja melhor conhecimento dos morados periféricos acerca de surtos.