Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 10/04/2020
Segundo o estudioso Montesquieu, “a ignorância é a mãe das tradições”. Essa percepção pode fazer referência aos desafios relacionados à histeria coletiva causada pelas epidemias contemporâneas, devido à falta de informação da população sobre essa temática, aliada às ações pífias estatais. Desse modo, é importante analisar medidas coesas que possam atenuar esse problema de forma gradativa.
A priori, segundo informações do portal de notícias “Mundo Educação”, as epidemias referem-se ao aumento dos casos de um problema, acima da média prevista, o que gera como consequência o caos -como um tipo, por exemplo, de ação e reação, seguindo a teoria física de Newton-, o que é preocupante. Isso se deve ao fato de não haver uma harmonia social baseada na propagação de informações relevantes a todos os indivíduos sobre esses problemas, formando assim um tipo de “ignorância social”, a qual prove a existência da histeria coletiva. Os desafios relacionados a esta questão referem-se às incertezas quanto à economia, já que elas tendem a ficar em uma situação delicada, pois o comércio nacional e o PIB ficam enfraquecidos. Em adição, o desenvolvimento da saúde pública nacional fica sobrecarregada em meio a um momento delicado, já que há um aumento dos números de cidadão que necessitam de ajudas e assistências médicas o quanto antes.
Além dessas análises, também é possível afirmar que o Estado é uma instituição social de caráter normativo, que tem o dever de garantir os direitos básicos dos homens - como previsto na Constituição Federal de 1988- dentre eles, saúde pública de qualidade e livre acesso à informatização. Nesse aspecto, em meio a um cenário de epidemias contemporâneas cada vez mais frequentes, é esperado que o setor público promova o investimentos mais direcionados ao Sistema Único de Saúde (SUS) para que os profissionais das áreas de saúdee e pesquisa possam realizar trabalhos e assistências melhores em momentos tão delicados. Dessa forma, é preciso que haja ações prévias estatais de administração pública para lidarem de forma racional e coerente durante uma epidemia, aliado à um bom mecanismo de campanhas preventivas das doenças que estão crescendo de forma rápida, bem como informações eficientes a todos os indivíduos, a fim de atenuar o “caos” decorrente dessa questão.
Assim sendo, a fim de reduzir os desafios relacionados à histeria nacional ocasionadas pelas epidemias hodiernas e promover a harmonia social, cabe ao setor público desenvolver atuações preventivas na economia por meio de um plano de fundo financeiro, aliado à assistência ao SUS. Isso pode ocorrer por meio de parceiras com os setores privados. Além disso, a fim de reduzia a “ignorância” abordada por Montesquieu, cabe às escolas -por meio de debates mensais- entre profissionais da saúde, alunos e mestres, promover a informatização e consciência crítica necessária.