Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 10/04/2020
Diante dos crescentes casos do COVID-19 mundialmente, a população revelou-se aterrorizada e, muitas vezes desinformada. O vírus causou uma preocupação em massa. Nesse contexto, é imprescindível a presença de autoridades governamentais atuando para promover o bem-estar social. Ao principiar tal ideia, é preciso saber quais são os desafios trazido por epidemias em relação à histeria coletiva.
A primeira vítima brasileira contraiu o coronavírus na Itália, onde se encontra uma eminente ocorrência de casos, e em pouco tempo difundiu-se por todo o Brasil. Medidas governamentais foram tomadas e instaurou-se o isolamento social, o qual deve ser cumprido com rigor, evitando, assim, o colapso do sistema de saúde. A medida supramencionada trouxe, sobretudo, pânico na população como o aumento no estoque de mercadorias. Vale ressaltar que essa atitude não é correta, pois afeta consumidores da ordem mais afetada pela doença, e provoca uma desordem no abastecimento.
Além disso, falsas informações se espalharam pela internet causando desespero. Em contrapartida, a OMS e o Ministério da Saúde do Brasil, responsáveis vigentes dessa causa, alertaram quanto aos cuidados preventivos necessários ao combate viral e promoveram conteúdo verídico e seguro através dos meios de comunicação. Nesse viés, deve-se também incluir as baixas camadas sociais que não dispõem de recursos suficientes para acessar à informação.
Para combater esses desafios relacionados à histeria coletiva, faz-se necessária a conscientização social à respeito de itens essenciais de mercado e suas respectivas quantidades a fim de atender à população integralmente. Além disso, vale-se da promoção em grande escala e alcance de notícias verdadeiras. Cabe, portanto, aos orgãos do governo como o Ministério da Saúde e o Ministério Público, cumprir tais tarefas. Só assim, as histerias serão reduzidas e haverá garantia de recuperação mais rápida.