Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 10/04/2020

Sabe-se que diversas doenças específicas em certas regiões com picos não esperados são denominadas de epidemia. Sabendo disso, a falha da assistência governamental com a população e a falta de educação são fatores que contribuem para o aumento desse problema.

Em primeira análise, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), mais de 30% de municípios brasileiros tiveram os problemas com epidemias relacionados ao saneamento básico. Dessa forma, tem-se que a negligência governamental com a saúde pública está relacionada diretamente com aumento de transmissões de doenças em localidades e consequentemente a elevação da ocorrência de epidemias.

Em segunda análise, de acordo com o político Nelson Mandela, a educação pode mudar o mundo. Com isso, é inquestionável o fato de que uma população quando educada de forma correta pode tentar mudar as condições de sua realidade. Exemplo disso são os pequenos atos de higiene pessoal que, quando efetuados em determinadas regiões, principalmente nas de precário saneamento básico, podem mudar hábitos e evitar o contágio de doenças. Além disso, a educação faz com que pessoas da sociedade se preparem para lidar com os desafios diários.

Portanto, para diminuir os casos epidemicos, é necessário que o governo busque melhorar  as condições de vida das regiões com índices de doenças. Isso deve ser feito por meio de um maior investimento na saúde pública e da distribuição de materiais de higiene em comunidades carentes. Além disso, os centros educacionais devem educar sobre saúde, por meio de palestras e trabalhos.