Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 06/04/2020

A OMS (Organização Mundial de Saúde) declara estado de epidemia quando há números excessivos de casos de uma doença em algum país ou região. Sendo assim, ao longo da história, inúmeras epidemias já causaram mortes e histeria coletiva na população. Em vista disso, as epidemias contemporâneas e as pessoas que passam por isso precisam de mais atenção, pois há desafios como desemprego e problemas psicológicos que têm de ser superados por elas.

A priori, epidemias como Chikunguya e Ebola são enfrentadas na contemporaneidade e podem ser evitadas de acordo com o cuidado que a população tem para se prevenir, tais como acabar com focos de água parada e evitar o contato com pessoas infectadas, respectivamente. Dessa maneira, a atenção para a prevenção dessas doenças é necessária, uma vez que todo o país afetado é prejudicado e pode trazer uma taxa elevada de mortalidade entre as pessoas. A exemplo, o Ebola apresenta um número de mortes elevado em relação ao número total de pessoas enfermas, sendo de 70%, segundo o site de notícias G1. Portanto, é importante que se tenha uma conscientização para os moradores da região.

Posteriormente, a maioria dos países afetados por alguma epidemia sofre na questão econômica, pois há, muitas vezes, um número elevado de pessoas infectadas e necessidade de um isolamento social para que não haja contágio comunitário. A exemplo, no Brasil, o vírus da COVID-19, coronavírus, é transmitido por meio do contato entre as pessoas e atingiu boa parte da população, assim, para que menos fossem contaminadas e, em alguns casos, mortas, houve conscientização e decretos para que permanecessem em casa, segundo o jornal Folha de São Paulo. Logo, muitos não podem trabalhar e ficam desempregados sem conseguir movimentar a economia e ter suas necessidades básicas atendidas. Isso pode agravar os problemas psicológicos presentes na sociedade, bem como piorar a situação daqueles que já tem algum tipo de transtorno, o que gera uma histeria coletiva na população.

Portanto, para que as epidemias contemporâneas sejam controladas é necessário que o Ministério da Saúde continue a conscientizar a população sobre as medidas preventivas, por meio de propagandas e fiscalização por agentes de endemias, que devem multar aqueles que recebem advertências e não mudam o comportamento. Outrossim, a fim de que não haja um histeria coletiva, o Ministério do Trabalho, junto com as empresas privadas devem financiar o proletariado, por meio da continuidade do pagamento salarial para que boa parte da economia continue a girar e as necessidades básicas da população sejam atendidas. Ademais, psicólogos e psiquiatras disponibilizarem plataformas de atendimento pessoal gratuitos, com atividades específicas para cada grupo, a fim de que estejam seguros e no controle dos seus problemas.