Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 10/04/2020

As epidemias consiste em doenças de caráter transitório que ataca simultaneamente grande numero de indivíduos em determinadas localidades. Esse tipo de contágio é extremamente prejudicial para saúde humana, pois essas enfermidades epidemiológicas são infecciosas, ou seja, possuem alta taxa de transmissividade. Por ter natureza agressiva, esses surtos acabam por causar grande histeria coletiva que tem como principais financiadoras a mídia comercial e  suas consequências destabilizadoras.

A priori, segundo o site BBC Brasil, o especialista em percepção de risco, Paulo Slovic diz que em meio a pandemia do coronavírus ‘‘o foco da imprensa esta sendo em números de mortes’’. Com isso, é nítido que algumas empresas midiáticas estão por centralizar e protagonizar assuntos que trazem grande alarde a população brasileira. Isso é muito danoso, visto que as epidemia por si própria já levam grandes prejuízos tanto para a saúde geral quanto para setores econômicos. iante disso, com a divulgações de notícias tendenciosas que só possuem intuito comerciais os problemas derivados pelas epidemias são gravemente intensificados.

Além disso,de acordo com o jornal O Globo, ’’ após coronavírus, comercio de São Paulo registra falta de máscaras e álcool gel". Dessa maneira, é visto que descontroles gerados por intensas histeria coletivas derivadas de epidemia afeta também o desabastecimentos de matérias essenciais, visto que, no caso do vírus citado, produtos como o álcool em gel são utilizados de maneira a preventivo contra a infecção como o do coronavírus.

Portanto, para que as histerias derivadas das epidemias contemporâneas sejam diminuídas, é necessário que órgãos governamentais façam regulamentos que fiscalizem os meios de comunicações, por meio de aprovações de leis emergenciais, para que os descontroles coletivos não sejam drasticamente aumentos e para que as  pessoas não sofram com desabastecimentos.