Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 07/04/2020

No período da Idade Média, a Europa enfrentou uma crise de saúde da população que foi a Peste Negra, doença que se espalhou devido a falta de saneamento básico, levando a morte de vários europeus. Atualmente, apesar das transformações e evoluções ocorridas ao londo do tempo, ainda é comum de se ver em algumas regiões surtos de doenças na população. As epidemias contemporâneas tem como um dos vetores as crises ambientais e somado a isto, um dos desafios trazidos pela a histeria coletiva diante a essa situação é o controle da massa.

A princípio, é válido ressaltar o conceito de epidemia, que é dado pelo surto de doença que ataca um grande número de indivíduos de uma determinada região. Nesse contexto, essas enfermidades  acometidas nos tempos atuais, de modo geral possui um vetor de transmissão ou alguma condição climática que favoreça sua contaminação. Diante o exposto, um dos fatores contribuintes para essa situação é o desiquilíbrio ambiental existente, como uma das respostas para as ações antropológicas na natureza , gerando por exemplo, aquecimento global e destruição de habitat. De acordo com as leis da física de Isaac Newton, para toda ação existe uma reação, desta maneira o ato de não conservação ambiental, vem deixando o meio mais favorável para o aparecimento de doenças. Somado a isso, o descaso populacional e governamental com medidas sanitárias e profiláticas colaboram diretamente para o espalhamento de doenças que podem evoluir a epidemia.

Além dos fatores que contribuem como vetor para o aparecimento das epidemias contemporâneas, outra temática a ser abordada é o desafio a histeria colativa, como controle da massa. Atualmente, o mundo vem enfrentando uma pandemia, ocasionada pelo o vírus Covid-19 e um dos impasses ocasionados é a dificuldade de contenção social, no qual é de suma importância para evitar a propagação da enfermidade. Somado a isso, a histeria populacional repercute de maneira negativa na economia, no qual gera crise de abastecimento, devido a alta busca por equipamentos de prevenção, faz com que ocorra a não distribuição igualitária, faltando nos setores imprescendíveis. Dessa forma, o descontrole da sociedade acarreta no agravamento do problema e da má divisão dos insumos.

Observa-se, portanto a necessidade de medidas para solucionar os impasses supracitados relacionados as epidemias contemporâneas, como a atuação do Ministério da Educação na promoção de conhecimento adequado,na realização de palestras em centros educacionais mostrando medidas de sustentabilidade e os benefícios ocasionado por tais, a fim da que haja conscientização. Além disso, cabe o Governo, crie medidas de comportamento do mercado para que limite a quantidade por consumidos em tempos de epidemia, para que evite crise de abastecimento nos setores essências.