Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 09/04/2020
Segundo o teólogo francês Jacques Bousset: “a saúde depende mais das precauções do que dos médicos”. Ao obter a análise da citação, percebe-se que a expansão das epidemias que assolam o mundo corresponde à falta de informações sobre técnicas de prevenção. Diante disso, há necessidade de avaliação na qualidade e eficácia das campanhas de saúde que auxiliam a população perante tais situações.
O rápido e fácil deslocamento da grande maioria das pessoas ao redor do mundo traz consigo um grande risco de surgimento de doenças. Por exemplo, nos últimos anos houve um aumento significativo no número de casos de doenças transmitidas através de vetores, como a dengue e o zika vírus - que possui relação com a microcefalia, caracterizada por uma malformação congênita que afeta os bebês ainda no útero.
Atualmente, por consequência da COVID-19, o mundo está enfrentando uma pandemia. Tendo sua propagação na China e como consequência a deteriorização pulmonar, além de ser algo fatal nos casos mais graves. É de salientar, que a histeria da população diante dessas situações apenas agrava sua ocorrência. O recomendado nesse tipo de situação, como o do coronavírus, é o cumprimento da quarentena e as regras básicas de higiene pessoal.
Em suma, cabe ao estado através do Ministério da Saúde administrar e amplificar órgãos de saúde nas cidades e orientar a população formas de prevenção, principalmente a comunidades carentes, que em sua grande maioria não possuem acesso a informações.