Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 10/04/2020
Um número exarcebado de contaminados, uma crescente onda de medo e insegurança. Esse é o cenário hodierno em que nós ( brasileiros) e muitos outros estrangeiros estamos enfrentando com a presença do novo “ Coronavírus”, uma epidemia contemporânea séria. Entretando, tamanho panorama não está precário apenas pela doença em sim ,mas também pelos desafios relacionados a histeria coletiva. Esses entraves são tanto a informação de qualidade escassa disponibilizada quanto a falta de senso crítico da população em geral. A priori, é o precário conhecimento divulgado, principalmente na esfera virtual, é um dos desafios cardinais para a diminuição da histeria coletiva atual. Isso é ilustrado ora no mundo real, ora no ficcional. Ao que se refere a este, tem-se a aclamada série ”Sex Educacion” da “ Netflix”, um serviço de “entretenimento”, a qual demonstrou estudantes colegiais em pânico devido ao rumor que uma doença sexual super contagiosa estava no local e , pior, que tal mazela estava sendo propagada pelo ar. Ao que se refere aquele, existe a crescente onda de “fake news” sobre o Coronavírus, geralmente, divulgadas no “ What’s App”, como a notícia que a cebola poderia “filtrar o ar e matar o vírus. Tamanhos cenários são catastróficos, pois evidenciam tanto poder que a informação tem em manipular e em alienar as pessoas quanto os prejuízos desse domínio, como a queda da expectativa de vida, o pânico e o estresse.
A posteriori, a falta de senso crítico da população é outro desafio para a mitigação dos efeitos das epidemias contemporâneas, como a histeria coletiva. Para entender essa relação, basta lembrar-se, novamente do exemplo do colégio e da cebola, já que, em ambos, o problema poderia ter sido evitado se , apenas, os evolvidos tivessem pesquisado mais a fundo sobre o tema em que estavam.