Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 08/04/2020

A gripe espanhola de 1918, foi uma pandemia que matou 50 milhões de pessoas no mundo, ficando conhecida como uma das variedades de gripe mais graves. Na realidade brasileira há um medo de que novas doenças altamente mortais surjam, pois além dos danos econômicos as vidas perdidas são irreparáveis, causando um certo desespero na população. A partir disso é prudente analisar os problemas que surgem devido a essas patologias.

Primeira via, é imperioso pontuar como a falta de informação leva ao pânico geral. Em princípio a escassez de conhecimento científico de fácil acesso acaba levando a sociedade a criar superstições como anti-inflamatório matam viros,…, e abre portas para a manipulação das mesmas, hoje notícias falsas como todos vão morrer, o governo criou a doença, … , são comummente compartilhadas pelas redes sociais. E de acordo com as pesquisas do site G1 “as pessoas se deparam com pelo menos uma “fake news” por dia sem perceber”.

Outrossim, é importante frisar as consequências da histeria coletiva que acomete os brasileiros. Frequentemente pessoas são manipuladas a praticarem atos não compatíveis com a necessidade de um tempo de epidemia, como por exemplo declarações do presidente do Brasil “brasileiros podem ir trabalhar um gripezinha não fará mal a ninguém “, levando pessoas puco instruídas as desobedecerem as ordens dos profissionais da saúde de manter o distanciamento social. E segundo o deputado Kim Kataguiri “em tempos de crise pessoas como Bolsonaro aparecem para manipular as pessoas mal informadas”.

Portanto, os problemas que surgem na sociedade devem ser combatidos. O governo deve fazer um acordo com as redes de comunicação para noticiar apenas conteúdo científico, combater “fake news” e levar profissionais da saúde a comunidades para tirar dúvidas da população. Evitando assim manipulações e facilitando o trabalho dos agentes, e precavendo casos como a gripe espanhola de 1918.