Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 08/04/2020
“Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio, pescado o último peixe, é que as pessoas perceberão que não podem comer o dinheiro”, a frase da ONG (organização não governamental) Greenpeace, reflete o mundo hodierno nos tempos de epidemias, a exaltação do dinheiro invés da saúde física e mental da população está custando vidas. Ademais, as consequências econômicas e sociais das epidemias afetam todas as classes sociais, tendo potencial de gerar uma histeria coletiva.
Em primeira analise, a célebre frase do filosofo Thomas Hobbes “O homem é o lobo do homem” nas epidemias, reflete a dependência que os setores da sociedade tem entre si, como exemplo, a população depende dos decretos do presidente para saber como agir e não agir diante da situação, podendo esse decreto afetar ou não a vida econômica individual. Ademais, a parte da população afetada pela doença ou falecida, desregula as empresas pela falta de funcionários e consequentemente deixa o doente sem renda.
Em segunda analise, a falta de renda junto com os falecimentos por conta da doença causa aflição no individuo, afetando sua saúde mental e podendo levar ao suicídio. Em epidemias que a população tem que ficar em isolamento social, como o coronavírus transmitido por vias respiratórias e contato físico, em 2020, a falta de socialização e de locomoção afeta em suma a vida da população, gerando ansiedade e falta de animo, fator que pode lavar a histeria coletiva,pois o psicológico da população fica abalado nessas ocasiões.
Portanto medidas são necessárias para uma epidemia não gerar uma histeria coletiva. O governo federal dos países, em caso de epidemia, devem propor ações de entretenimento gratuitas para a população, afim de colaborar para uma saúde mental da mesma. O poder legislativo deve criar uma lei em que as pessoas afetadas economicamente pela epidemia recebam um valor em dinheiro suficiente para manter os direitos humanos.