Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 04/04/2020
Segundo o filósofo Aristóteles, felicidade e saúde são incompatíveis com a ociosidade. Logo, em tempos de epidemias e pandemias a folga de ir ao trabalho e escola todos os dias é o principal meio de prevenção. Sendo assim, o grande problema é a histeria coletiva por conta da demissão em massa nesse estado de emergência.
Em primeira analise, um exemplo da pandemia do corona vírus que veio ao Brasil pela elite e causou uma crise, provocando a medida de só funcionar os serviços essenciais. De acordo com o jornal Expresso, vinte e cinco países declararam nas últimas semanas o estado de emergência, causando uma situação dramática para os empresários com os empreendimentos fechados.
Em segunda analise, a consequência da pandemia afeta com tudo o desemprego. Um exemplo disso é o dono do restaurante Madero, Junior Durski, que demitiu 600 pessoas e diz que foi o dia mais triste da vida dele. Sendo assim, visando quem precisa estar empregado, vem o maior desafio dessa crise, famílias que tem uma renda mais baixa e convivem com a falta de saneamento básico, hábitos alimentares pouco saudáveis, hábitos de higiene precários, que são alguns dos fatores que favorecem o aumento de casos de uma doença.
Portanto, diante da grande demissão entenda-se o por quê a histeria ocorre. É necessário que diante desse caso a Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio de pronunciamentos em rede nacional em horário nobre da rede de televisões, informe a população sobre formas de prevenção e previsões sobre auxílio emergencial. Com a finalidade de uma histeria reduzida.