Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 09/04/2020
Em 1346, com umas das principais pandemias já tidas no mundo, a peste negra, matou mais de 200 milhões de pessoas na Europa. Epidemias em geral geram grandes distúrbios pelo mundo, um desses desses fatores é o uso da mídia de forma radical, errada e de grande proporção, gerando panico na população pela falta de qualificação técnica e má informação sobre o assunto.
Com isso, em 2020 a nova pandemia, COVID-19, de acordo com o Ministério da Saúde gerou distúrbios sociopsicológico em grande parcela da população, gerando uma histeria coletiva. Isso ocorre pelos grandes movimentos de impressas telecomunicativas quererem passar maior numero de informações em menor tempo, gerando casos de falsas mensagens e sobre carga de uma mesma informação durante o dia. A falta de profissionais jornalísticos, aptos a falarem sobre o tema são escassas, e a quantidade de terro psicológico gerado na população, inconscientemente, são aumentadas.
Concomitantemente, a má educação escolar e saneamento precário são portadoras dos problemas relacionados a duração de epidemias e histerias. Uma vez que que os principais afetados por elas são pessoas de baixo renda, e moradores de comunidades com pouco saneamento. A falta de informação passada para jovens sobre assuntos relacionados a saudê coletiva e precauções sobre doenças generalizadas, são de fato de grande importância onde muitas vezes são ignoradas pelos profissionais das instituições educacionais.
Com isso, contrações de epidemias pode surgir a qualquer momento. Portanto, a MCTIC deve proibir a radicalização sobre assuntos que possam gerar caus interno num país, botando profissionais aptos a falar sobre esses temas, para evitar o pertubação psicológica. Juntamente, o MEC, para ajudar na diminuição das pandemias e histerias, deve alterar o cronograma escolares para que os alunos tenham obrigação de aprender sobre educação base na saúde, para diminuir os efeitos da epidemia.