Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 01/04/2020

Ao longo das décadas foram retratados diversas epidemias patológicas, como a de H1N1 e o coronavírus, no qual afeta setores sociais importantes de cada pais. Tendo em vista, recentes ocorrências no Brasil, o estado adotou medidas extremas para contenção da população, podendo causar grandes baixas econômicas e casos de histeria social, devido a má distribuição de informação, por parte das mídias.

De acordo com a economista Monica de Bolle, o pais pode mergulhar em uma recessão econômica, uma vez que o PIB deverá encolher 6% neste ano mesmo com as medidas anunciadas pela equipe econômica, pois a quarentena evita que a mão-de-obra produza, impedindo a geração de lucros e movimentação do mercado financeiro.

Muito se tem discutido sobre a informação distribuída a população, pois, conforme o Atlas da Notícia, do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo, 70 milhões de brasileiros, não tem acesso a informação, e cerca de 62% dos brasileiros não sabem reconhecer uma noticia falsa, logo, a histeria se dissemina de uma forma alastrante, sem as devidas informações, cada vez mais brasileiros propagam mentiras e o caos, preocupando a sociedade e trazendo desentendimentos.

Portanto para que as epidemias contemporâneas e a histeria coletiva virem problemas agravantes, o ministério da saúde em parceria com as mídias, escolas, e centros recreativos, deve promover campanhas comunitárias e palestras de véu educacional para prevenção de doenças, para estabelecer uma informação embasada em conceitos sociológicos, afim de repassar essa noticia a toda a comunidade e estruturar uma sociedade progressista e rica em conhecimentos culturais.