Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 31/03/2020
Epidemias contemporâneas, não são difíceis de ocorrer, por exemplo epidemias que ocorreram em anos anteriores foram a malaria, a dengue, febre amarela, ebola, ou seja, elas são frequentes porém uma que atualmente vem afetando o mundo é o Covid-19, que passou de uma uma epidemia para uma pandemia(doenças que acabam se espalhando em outros continentes). No entanto doenças que se dissemina em um país, não prejudica só a sociedade, fazendo que ocorra à histeria coletiva, mas também a economia. Visto isso enfermidades que se propagam em um país cujo afeta negativamente.
O Covid-19, mais conhecido como coronavírus, teve em sua origem na China, dessa forma começou a se espalhar no país todo, e depois para o mundo inteiro, se tornando uma pandemia. No momento atual, esse enfermo deixou a população histeria , pois pessoas começaram a morrer, e iniciou se o processo de quarentena, onde a população deve se manter em casa para a infecção do coronavírus não se propague, porém ainda existe pessoas que não podem se precaver pela sua situação econômica, assim elas se tornam alvos dessa doença.
Outro fator que o coronavírus afetou e ainda afeta, é a economia dos países. Ela é afetada por causa da quarentena, aonde pessoas devem ficar em suas residencias para não se contaminar, com isso, empresas ficam sem funcionários, acabam não produzindo, e pessoas acabam ficando sem renda para se manter, assim o mercado não funciona, pois não existirá consumidor, e o capital acaba. De acordo com a Gazeta’‘As ações das empresas norte-americanas perderam quase 12% do seu valor e US$3,5 trilhões desapareceram do mercado acionário’’, isso mostra que a doença afetou diretamente na economia.
Em suma dos fatos apresentados, para diminuir, até mesmo acabar, com surtos de doenças e histeria da população as pessoas devem se conscientizar que o melhor para a sociedade é ficar em casa, porém o Estado deve agir também perante essa situação, dando ajuda financeira à famílias de baixa renda, para conseguirem comprar itens de necessidade básica como comida. Assim colocando essas ações em prática, mesmo a economia sendo afetada, o surto do enfermo diminuirá e o país poderá voltar a funcionar novamente.