Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 09/05/2020

No Brasil, não é incomum reações histéricas por parte da população em frente a algum tipo de epidemia, é incerto e um tanto incoerente culpar a população quando o governo, de forma ineficaz, informam-os de maneira que os deixam confusos em como agir diante do problema, apontando dois problemas que são potencializados pelo governo em relação a epidemia, que são a falta de informação e auxílio a quem precisa.

Em princípio, epidemias são extremamente constantes no território brasileiro, porém os surtos são mais graves em regiões precárias e com falta de recursos como saneamento básico, segundo a pesquisa do site Ecologia Hoje “grande parte das epidemias como dengue seriam evitadas com auxílio do saneamento básico á todos, reduziria os surtos em 45%. Entretanto, a falta de saneamento é popular devido à impotência do governo em ajudar quem precisa, deixando-os como grupo de risco de diversas doenças e potencializando as epidemias.

Além disso, falar que apenas a falta de ajuda é o problema é um erro, a escassez de informações de como agir em surtos epidêmicos é uma grande lacuna nas escolas, pois as crianças crescem sabendo muito pouco, o que torna mais fácil haver histeria quando adultos, tornando mais difícil a assimilação deste adulto sobre como agir nesta situação. Segundo a revista Educação, “o melhor momento de aprendizado é na infância, pois lá ocorre a formação de caráter e quanto mais aprende mais se torna resiliente”. Posto que existem muitos problemas acerca da grande expansão de doenças e histeria sobre elas, é inaceitável que ainda existam pessoas sem acesso a saneamento básico e a educação, que são vertentes que inexistentes potencializam várias doenças, segundo o jornal Todo Dia " cerca de 8 a cada 15 pessoas que não tem acesso a água potável e nem a um circuito de esgoto também não tem acesso a educação escolar”.

Em suma, deve-se haver uma medida extremamente eficaz por parte do governo, intensificar a educação e o acesso da mesma, para que seja ensinado desde os primeiros anos escolares a como agir diante de uma epidemia a fim de evitar histerias e disseminações. Porém o governo deve auxiliar quem não tem saneamento básico e providenciá-lo, para que diminua a propagação de muitas doenças que ocorrem através da água suja e da falta de tratamento de esgoto. Dessa forma, a população será melhor instruída de como agir em epidemias sem haver pânico, com estas medidas do governo diminuirá também as porcentagens de surtos epidêmicos.