Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 31/03/2020

Uma epidemia consiste na disseminação de alguma certa doença, a qual é concentrada em certa região ou país, não se espalhando para o restante do mundo. Quando o surto é ocasionado por alguma doença já conhecida, são promovidos campanhas de vacinação para combater a mesma. Porém, quando essa é causada por uma doença desconhecida, a falta de conhecimento acarreta ao caos generalizado e à desinformação populacional, além do surgimento das “fake news”.

Desta forma, podemos ressaltar os fatos ocorridos no século XIV. A peste negra ou peste bubônica foi uma epidemia que aconteceu na Europa. A desinformação da mesma, mesmo com o conhecimento relativamente limitado levou a morte de em torno de 200 milhões de pessoa no continente. A disseminação da era causada pela pulga dos ratos, que se proliferavam nas cidades devido a falta de saneamento básico. Esse fato histórico trouxe altos prejuízos justamente por não saber-se lidar com tal doença.

Ademais, quando colocamos no cenário atual, pode-se apontar que epidemias trazem grande impacto para a sociedade moderna. Com o aumento do uso da internet, várias notícias falsas ou extrapoladas surgem. A falta da vacina também leva à histeria coletiva, essa leva para o fenômeno de reclusão e de falta de abastecimento, uma vez que, visando se proteger, as pessoas esgotam recursos profiláticos. Para lidar com a quarentena, a população vai ao mercado e compram tudo o que conseguem sem pensar no próximo, sendo que o mesmo não possa ter as mesmas condições para estocar comida.

Em suma, para evitar-se a histeria coletiva, a desinformação do público, e até mesmo o risco de contaminação deve-se criar um controle populacional por meio do Ministério da Saúde afim de lidar com essas situações extremas. Além da população sempre fazer sua parte, buscando e disseminando a informação certa, por meio da verificação por intermédio de sites oficiais do Governo ou sites confiáveis da mídia.