Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 31/03/2020

Há alguns meses, as notícias do ressurgimento da epidemia do ebola em países africanos e o surgimento de casos inéditos, no Brasil, da Febre do Chikungunya, reacendem o debate sobre como o Sistema Único de Saúde (SUS) tem-se preparado para enfrentar novas situações que coloquem em risco a saúde de sua população.

No idioma africano makonde a palavra chikungunya significa “aqueles que se dobram”. Daí o nome da doença, tendo em vista a postura que os pacientes adotam diante das dores articulares que a doença causa. Os sintomas da doença são febre alta, dor muscular e nas articulações, cefaleia e exantema e costumam durar de três a 10 dias. A sua letalidade, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), é rara e menos frequente que nos casos de dengue, e o tratamento é feito para combater os sintomas.

De acordo com Chioro, o país tem seguido as recomendações da OMS. Ele esclareceu que a elevação da classificação do ebola significa alerta mundial para a cooperação internacional de ajuda aos países com registro de casos, fortalecendo as ações de combate à cadeia de transmissão da doença e de contenção do surto de ebola naquelas regiões.

Com Tudo essas epidemias se forem grande demais vai ser necêssario o pais entrar em quarentena, deixando a população em casa, longe dos risco que essas doenças pode causar a elas, e tambem para não espalhar mais o vírus pelo pais infectando mais pessoas.