Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 03/04/2020
Segundo o pensamento do filósofo Michel focault,o contexto constrói a loucura humana.paralelo a essa afirmação, se identifica as atemporais epidemias que aflingem a sociedade desde a época medieval, onde as quais propiciam o desespero e desnorteamento populacional.Dessa forma, é necessário que para um processo harmônico de superação epidêmica, sejam assentados a falta de informação e a veracidade de tais,levadas à nação.
A princípio, é importante dizer que a desinformação leva as pessoas a tomarem medidas desesperadas. Já dizia o pensador Thomas Hobbes : “Conhecimento é poder” e neste viés se trata do poder de se cuidar e agir de forma consciente, contrário ao que ocorreu na revolta da Vacina, um levante de protesto contra a República, que impusera a vacina à população sem conhecimento,resultando no desentendimento. Por isso transparece essa necessidade.
Ademais,as “fake news” auxiliam na histeria implantada pelo fato.A caverna de Platão desenvolve a história de pessoas presas a uma caverna,onde só veem sombras por anos,tomando-as como verdade absoluta do que existia,sem contestar. Limiar ao que se passa no meio social,individuos que aproveitam das circunstâncias para amendrontar mais ainda a população,que não se certifica das verdades e, por conseguinte, constituem a desordem.Assim,piorando a situação em tentativa de contenção.
Sob visão dos argumentos,conclui-se que o princípio do infortúnio desespero social se dá pelo mal conhecimento da situação. Portanto, faz-se necessário a criação de um projeto pelo governo estadual em parceria com a secretaria de educação que implante no currículo escolar,ações conscientes e conhecimento necessários sobre situações emergênciais,para que quando aconteçam,a mesmas já estarão críticas sobre tal situação,auxiliando posteriormente no andamento e triunfo sobre a doença.