Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 08/04/2020
Epidemia como processo de enriquecimento cultural
A sociedade do século XXI está diante de um novo fenômeno que até então tem sido alvo de um largo debate por toda a esfera da sociedade.
Tendo origem na China o COVID-19 fez a sua primeira vitima na cidade de Wuhan, contabilizando 81.802 casos confirmados e 3.333 óbitos em todo o país desde o primeiro caso em dezembro de 2019 à abril de 2020, o que preocupa a comunidade Científica Mundial uma vez o COVID-19 tem causado vitimas por todo o mundo. Até o momento a OMS(Organização Mundial de Saúde) e toda a comunidade científica orienta que o isolamento social é a medida mais eficaz contra o alastramento da doença uma vez que o distanciamento social diminui a propagação do vírus. Junto a essa medida, hábitos de higiene como lavar as mãos e o uso de álcool gel a 70% também é um fator que contribui para o não alastramento da doença. O que têm sido alvo de grandes especulações por parte da mídia e causado grande histeria na população quanto ao isolamento social, uma vez que manter o distanciamento social para uma parcela da população é ferir o seu Direito Constitucional.
Ao longo da história o homem foi capaz de se reinventar enquanto pessoa, enquanto cidadão assim como foi na história de outras pandemias como a Gripe Espanhola em que a sociedade se reinventou economicamente, socialmente e culturalmente. Dessa forma o homem do século XXI tem a capacidade de se reinventar enquanto sociedade.
Sendo assim, como em toda sociedade o diálogo é fator essencial para o senso comum e os meios de comunicação, como a TV que é um veiculo de comunicação acessível a qualquer classe social tem a responsabilidade trazer informações baseados na ciência e na comunidade de saúde a fim conscientizar a população. O que não inibe diferentes visões e crenças a cerca do COVID-19.
Nessa perspectiva é preciso um olhar reflexivo no sentido de uma nova sociedade, uma sociedade compreende o mundo como um todo.
Dados do IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no ano de 2017 a região Norte apresenta 17,8% do seu de politicas publicas cabe as autoridades sanitárias juntamente com o poder publico bui para disseminação do vírus. Dessa forma,
e que ainda acomete alguns estados brasileiros, como o Estado do Amazonas
Amplamente divulgada pelo meios de comunicação da época a Febre Amarela. o jornal dizimou cerca de 321 mortes do interior da cidade de São Paulo
Sua