Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 09/04/2020
Na obra “Ensaio sobre a cegueira” de José Saramago retrata o cenário de uma doença presente na sociedade influenciando diretamente no comportamento humano. Desse modo destaca-se o proceder caótico da população diante das epidemias contemporâneas, e nas dificuldades relacionada e na reação dos indivíduos. Nessa perspectiva a globalização justifica o aumento de contaminações, assim como o medo, advinda das diversas epidemias anteriormente presente na humanidade, tende de ser analisado intrinsecamente.
Sob esse viés pode-se apontar as rápidas interações das relações internacionais instantâneas devido aos avanços tecnológicos, permitindo migrar de um país para outro em horas. Isso pode ser explicado pela epidemia do vírus Cod-19, tendo origem na China e em poucos meses alastrou-se em todos os continentes. Tal consequência dificulta conter a doença de se propagar e colocando em risco a saúde dos diversos grupos.
Além do mais, o passado histórico como a peste negra, varíola, H1N1 foi motivo de pânico em suas respectivas épocas por ser de fácil transmissão e altas taxas de mortalidade. Contudo o avanço científico evoluiu contribuindo para meios de prevenção. Analogicamente a obra de Saramago, percebe-se a necessidade de se manter precavido as situações futuras.
Diante dos argumentos supracitados há a exigência de alertar e informar sobre os cuidados que se deve tomar contendo histerias coletivas. Para isso cabe ao Ministério da Saúde, orgão fundado no governo de Getúlio Vargas, investir em pesquisas científicas no intuito de erradicar e minimizar as doenças. Por fim, a população teria de seguir as medidas propostas para que aja progresso.