Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 24/07/2020
Segundo a citação de George Bernard Shaw, dramaturgo e jornalista irlandês O progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada. Contudo, esse panorama auxilia na análise da questão dos desafios para a formação educacional no Brasil, visto que a população se comporta insensatamente, não dando a devida importância ao mosquito Aedes aegypt (transmissor da dengue), o que promove a falta de apoio do estado dificultando para com a erradicação do vírus. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
É importante ressaltar, em primeiro plano, que o Estado com sua enorme autoridade e influência é totalmente negligente para com a sociedade no que se refere a saúde, e por meio das emissoras e suas propagandas emitidas em nome do governo, o mesmo busca uma saída no que se refere no quesito mais fácil, procurar um culpado, do que solucionar o problema. Esse cenário não é algo novo, já acontece a tempos na história do Brasil e é necessário milhares de mortes para que o estado comece agir.
Pesquisas realizadas pela bbc informa que foram notificados 94.149 casos de dengue prováveis até a quinta semana do ano (mais precisamente de 29/12/2019 a 01/02/2020), ante 79.131 no mesmo período no ano passado. Paralelamente a essa conjuntura, é de suma importância citar que a população de certa forma não colabora com a prevenção da doença, deixando suas residências como possíveis moradias aos mosquitos, facilitando a reprodução e consequentemente o aumento dos casos.
Torna-se indubitável, portanto, que o Aedes Aegypti e suas mazelas, precisam ser superados. O estado precisa se reunir com os devidos órgãos responsáveis na área da saúde como o ministro da saúde e ter um maior investimento no combate contra o mosquito, gerando vagas de empregos para profissionais responsáveis por diminuir os locais de proliferação dos mosquitos contaminados e com isso, contar também com a colaboração da população. Destarte, teremos um Brasil mais saudável, um futuro otimista e finalmente venceremos a batalha contra o Aedes Aegypti.