Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 03/07/2020

Epidemias são comuns em países como a Brasil, por exemplo a dengue, porém esta epidemia já não gera mais uma certa histeria no país, considerando o preparo da população. Com surgimento de uma nova epidemia, não se tem um preparo esperando para a mesma, e desta forma surge uma má administração dos governantes e consequentemente a população se depara com uma doença na qual desconhece e se cria uma cultura de que não é algo a se preocupar, assim levando uma grande onda de enfermidades gerando uma histeria coletiva.

A falta de preparo nesta ocasião é comum de se espera dos governantes, já que no contexto o potencial do vírus em questão é desconhecido. Porém é possível aderir um meio de precaução mínimo, mas a uso do senso comum dos muitos governantes atrapalha na tomada das decisões. E o mesmo senso utilizado dos políticos em geral, é transmitido amplamente a população.

A adesão do pensamento governamental da população, muita das vezes tem uma recepção duvidosa, gerando um despreparo que coloca em desvantagem perante o vírus, gerando um efeito bola de neve, onde a população tem um agravamento cada vez maior do vírus posto em questão.

Perante a este fato, a população não tem se precavido, mesmo sendo algo que os auxiliariam. Se houvesse um abandono deste senso apresentado, teríamos uma melhor administração de futuras epidemias, logo os governantes serão poupados de certa forma, podendo ter um melhor resultado em problemas futuros.